Fundador do GDAM, Cláudio Adão detalhou durante entrevista ao programa “Dizendo Tudo” as múltiplas frentes de atuação do grupo, que completará quatro décadas em agosto. O GDAM atua durante o ano todo com projetos sociais que englobam oficinas de dança, capoeira, percussão, penteado afro e cidadania para crianças e jovens de periferia.
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A principal atração da noite, no entanto, será o concurso para escolher a Rainha do Bloco Afro GDAM, que chega à sua nona edição. Itane Soares, responsável pela organização, informou que o evento ocorrerá no próximo sábado (24), a partir das 19h, na sede da Turma do Quinto, no bairro da Madre Deus. A competição terá jurados do movimento social e visa eleger uma representante que simbolize a força da mulher, com ênfase no combate ao feminicídio, pauta incorporada pelo grupo.
A preparação das candidatas inclui oficinas para que se sintam à vontade no dia da apresentação. A entrada é aberta ao público. Para o fundador do Jedam, a longevidade do grupo se deve ao trabalho coletivo e à fé. O Jedam mantém ainda blocos específicos para o Carnaval, incluindo um dedicado ao reggae, e um espetáculo junino, consolidando-se como uma entidade cultural de ações permanentes.
